O mundo é um aquário

Quando comprei este livro, fi-lo um pouco à sorte. O título era sugestivo, a capa engraçada e o facto de a autora escrever textos para a série Futurama pareceu-me um bom augúrio.
Sammy Joyce, a personagem principal, faz lembrar um pouco a personagem Brigit Jones. Nascida e criada no estado do Ohio, aos 26 anos, Sammy era a assessora para o sector da saúde do Senador Robert Gary. Seria o emprego perfeito não fosse ela uma hipocondríaca em último grau e uma viciada em trabalho. A estes pequenos defeitos junta-se o facto de ser extremamente desastrada, de estar sempre a meter-se em situações embaraçosas e de ter uma estranha fixação por efemérides obscuras como o 21º aniversário da inauguração da Brooklin Bridge, ou outras ainda mais surreais.
Por outro lado, este livro mostra de uma forma dinâmica o dia-a-dia da máquina política do Capitólio e também o ambiente das eleições nos EUA.
Classificação: 3/5
” Para uma analista de cuidados de saúde obcecada por doenças obscuras, tinha uma tolerância surpreendentemente baixa para conversas sobre pescoços, pulsos ou tendões-de-Aquiles. Era uma estranha tríade de fobias que tentava manter escondida de todos menos dos amigos mais próximos. A minha colega de curso, da variante de psiquiatria, tinha-me dito que era normal que as pessoas se sentissem nervosas em relação a essas partes, porque eram os pontos mais vulneráveis do corpo humano, mas nunca tinha conhecido ninguém que se mostrasse tão incomodado com eles como eu.”

2 pensamentos sobre “O mundo é um aquário

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