Alma

Ao longo de 174 páginas, Manuel Alegre faz desfilar diante dos nossos olhos as recordações de infância de um menino chamado Duarte de Faria. Os sons e costumes da aldeia, os jogos de futebol nas tarde de Domingo, a política, a família, a escola, as brincadeiras, as descobertas próprias da idade. O dia-a-dia na pacata aldeia de Alma, em plena época de Estado Novo.
Classificação: 3/5
Essa era a música: o grilo. Os pássaros, os ralos, as rãs. Os pardais nas manhãs ensolaradas de Inverno, as serezinas e as andorinhas em Março, os piscos e os melros na Primavera e no Verão. E também as toutinegras e os rouxinóis, nos salgueiros e nos choupos. Música da casa, da rua, do rio. Estava dentro de mim, era de certo modo a música do tempo que passava, devagar.

11 pensamentos sobre “Alma

  1. Olá e obrigado por o incentivo.Estou a ler este livro e estou achar interessante a forma de como o autor fala acerca de vários assuntos com muita simplicidade. Estou a ler o livro no âmbito do concurso nacional de leitura onde participei e vou representar a minha escola no distrito. Além deste livro vou ler também “Amados Gatos” de José Jorge Letria

  2. ola tambem estaou a ler o livro e vou apresentar estou a gostar mas tenho uma duvida ,o livro fala das recordações do autor nao é ? e a terra é Alma ou Agueda?

  3. Olá Vanessa, pelo enredo que o livro nos dá, o narrador parece ser o Duarte de Faria e não o próprio Manuel Alegre. Já a aldeia chama-se mesmo Alma e pelas descrições deve ficar próximo de Aveiro.
    Espero ter ajudado.

    Boas leituras 🙂

  4. boa tarde eu vinha perguntar a quem ja leu o livro, se o livro é bom? eu pelo titulo achei o mais atrativo e o mais interessante da lista do programa nacional de saude, queria tambem pergunta se me podiam acnselhar mais algum livro para ler no ambito de filosofia, ideais de vida, culturas, religioes, que voces tivessem gostado de ler o que achassem interesantes…

    desde ja agradeco a atenção

  5. Olá Magda,

    “Alma”, dos dois livros de Manuel Alegre que eu li é o mais fraquinho. Não é a 8ª Maravilha do universo, é um livro muito simples que tenta de certo modo transmitir aquilo que foi uma infância no Estado Novo. E como todas as histórias simples, tem a sua própria beleza, apesar de não ter conseguido exprimi-la de um modo melhor quando escrevi isto.
    Espero ter ajudado.

    Boas leituras 🙂

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