O Diabo Veste Prada

Andrea Sachs acabou de sair da Universidade de Brown e tem um grande sonho, trabalhar na revista The New Yorker.
Em vez disto, esta jovem vai parar a uma das mais famosas revistas de moda, a Runway, para trabalhar como assistente de Miranda Priestly, a mais importante editora de moda do mundo. O que Andrea não estava à espera é que o seu cargo implicasse satisfazer os caprichos da sua patroa como levar a roupa para a lavandaria, encomendar-lhe o pequeno-almoço e o almoço, ir buscar-lhe o café e satisfazer os desejos ainda mais caprichosos de Caroline e Cassidy, as filhas gémeas de Miranda.
Classificação: 4/5
– Pronto, pronto. Só estava a perguntar. Deve ser mesmo mau. Para quem é que trabalhas?
– Para a Miranda Priestly – respondi e rezei para que ele não reagisse. A ideia de um profissional aparentemente bem-educado e de sucesso não fazer ideia de quem era Miranda deixava-me muito, muito feliz. Quase deliciada. E, felizmente, Benji não me desiludiu. Encolheu os ombros, inspirou e olhou para mim, com um ar expectante.
– É a editora-chefe da Runway – baixei a voz e continuei alegremente-, e é a maior cabra que conheci até hoje. A sério, nunca conheci ninguém como ela. Acho que não é humana. – Tinha uma litânia de queixas que gostaria de ter despejado em cima de Benji, mas fui de novo atacada pela Reviravolta Paranóica da Runway. Fiquei nervosa, quase paranóica, convencida de que aquela pessoa, que não sabia nada do assunto nem estava minimamente interessada, podia ser um dos lacaios de Miranda, enviado pelo Observer ou pela Page Six para me espiar. Sabia que era uma ideia ridicula, completamente absurda. Afinal, eu própria o conhecia há anos e tinha quase a certeza de que ele não trabalhava para a Miranda. Mas não tinha a certeza absoluta. Como é que se podia ter a certeza absoluta? E também não sabia quem podia estar atrás de mim naquele preciso momento, a ouvir cada uma das minhas palavras desagradáveis. Era preciso controlar imediatamente os danos.
– É claro que ela É a mulher mais poderosa do mundo da moda e das publicações, e não se pode chegar ao topo de duas das principais indústrias de Nova Iorque com paninhos quentes. É compreensivel que seja dificil trabalhar com ela. Eu também seria assim. Bem, hum, agora tenho que ir. Gostei de te ver. – E afastei-me, ou melhor, esquivei-me, como nas últimas semanas acontecera muitas vezes, sempre que falava com alguém sem ser Lily, Alex ou os meus pais e não conseguia deixar de denegrir aquela bruxa.

Um pensamento sobre “O Diabo Veste Prada

  1. ^^Eu não consigo ficar sem coca-cola, pronto, confessei! :SDepois que melhorei um pouco após aquele caos que revirou meu estômago, acabei me entregando aos prazeres da coca-cola!! Hummmm!!!! =DHoje mesmo eu almocei e não tem coca em casa, tô quase me revirando por dentro. Acho que é como todos os vícios, quando você fica um tempo sem o seu “baby”!Mas enfim, daqui a pouco eu vou na conveniência e compro uma garrafa de 2L pra mim! Huahauhauhauhauha(…)Eu curti “O Diabo veste Prada” mas não achei óhhh. No ramo desse tipo de literatura, eu prefiro as obras de Marian Keyes, são ótimas! 😉E você? O que achou deste livro??😉Beijos Isa!!! ;**

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